Dizer que é magnifico, todos dizem. Tudo tão grandioso que não dá para fugir à regra e perguntar como fizeram tudo isso?
Ele é do tamanho do Estádio do Pacaembú, em S.Paulo. Com capacidade para setenta mil pessoas à época áurea, de lotação total!
Mas triste, muito triste. Paira sobre ele uma energia negativa, que me puxava para baixo, me deprimia.Nem nos meus melhores sonhos imaginei estar alí naquele dia. E também nunca pensei que fosse tão grande.
Ali morreram muitas pessoas, por exibicionismo, por perseguição, para divertir os Cézares, pura butalidade, shows insanos, muito sofrimento.
E dos vãos enormes, de suas arcadas poderosas e rústicas, a paisagem é deslumbrante.
Isso se vê dos vãos, isso me deixou encantada.
Encostar em balaustras colocadas estrategicamente para que o turista pense na grandiosidade daquilo tudo. Eu não queria mais sair de lá...
E não estava só, obviamente. Muitas pessoas encantadas com a visão magnifica das ruinas do que foi Roma em sua época mais brilhante.
Já viu uma oliveira carregada de azeitonas? São muitas, por todo o percurso das ruinas do Forum ao Coliseu. Eu nunca tinha visto.
A caminho do Vaticano, lá no alto um castelo, uma das inúmeras ruas encantadoras de Roma.
O museu do Vaticano, gostaria de ter feito um curso de historia para entender melhor, sentir melhor.
Tão grande, tão carregado de significados e rostos bonitos, narizes perfeitos.
E mosaicos tão finos, no chão, atualmente preservados dos pés, felizmente.
Das janelas do museu, uma visão dos jardins do Vaticano, onde mora o Papa.
A Capela Sistina, tão linda que falta o fôlego, faltam olhos, faltam palavras...
Como rotular, como comentar isso?
Perde-se a voz diante de tanta beleza. É preciso respeito diante de tanto poder, tanto talento.
Mais um pouco do Jardim do Papa...
Agora a Basilica de São Pedro, que todos conhecem pessoalmente ou por cartões postais, mas que assusta quem chega desavisado. Enorme, altiva...
Segura, policiada ostensivamente, preservada. Muito bem preservada, aliás, como tudo o que vi na Itália.
E ela nos recebe no interior da Igreja. Impossivel não ficar emocionada, não grudar os olhos e ficar um bom tempo admirando tamanha beleza.
Uma beleza solitária, fechada em vidro, iluminada porém fria, distante do povo. A triste Pietá!
E os altares imensos, e as colunas em mármore branco, amarelo, verde, rosa. Mármores, anjos, estátuas, altares.
Tudo tão grande Meu Deus, tão lindo. Mesmo sem querer a gente se sente tão pequeno...
Um detalhe do piso, em mármore, apenas uma pequena parcela da grandiosidade, da riqueza daquela Basilica.
Magnificos anjos de pedra, rechonchudos e alegres.
A última e próxima fatia nos surpreenderá na Fontana di Trevi, minha doce lembrança, minha grande saudade.
Em cada lugar da Itália deixei um pedacinho de meu coração, e algumas lágrimas que não consegui segurar.
Nunca vou me esquecer do que vi. Vou carregar para sempre, bem juntinho de mim, a alegria por ter podido conhecer essa terra magnifica.
Arrivederci, baci!!!























































