segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Antes tarde...do que nunca!

Véspera de natal, de manhã, eu envolvida com meu fogão (até às tampas!) e toca o interfone.
- correio, entrega para antonia...

Desço e recebo a caixinha. Remetente: Rosana Sperotto, S. Leopoldo. R.G. do Sul.
Uau! a Rosana, do Mandalas e Manualidades,  blog  cheio de magias, imagens, palavras lindas escritas de maneira única. 
Minha amiga me mandava um presente,  caixinha delicada, cartãozinho cheirando a carinho e bons votos.

Olhem a jóia:

Minha mandalinha! 
Feita por ela, embalada por ela, com a cara dela.
Sem palavras para agradecer tamanho agrado (já falamos antes!) deixo aqui registrada minha alegria, meu orgulho e uma foto de meu sorriso. 
A  "echarpe" verde é só para mostrar que não gosto de decotes (rsrsrsrs).  Para fingir que fico bem arrumadinha em casa!
Os amigos que fiz aqui em meu blog são tão caros, tão queridos, que merecem uma foto caprichada. 
Sou feliz em poder compartilhar meus caminhos, minhas lembranças e meus sorrisos. 
Essa será uma semana meio "pancadão". Sobrinho casando-se no sábado (28) e a titia coruja que vos escreve será madrinha. Se meus filhos fizerem alguma foto extra oficial do casamento, mostro aqui.
Devo também fotos de Ilha comprida, que visitei com minha irmã, companheira adorável de grandes gargalhadas e cervejas geladas à beira mar...à beira rio...na Reserva da Juréia.
Tudo isso vou mostrando à "conta gotas" como são minhas visitas ultimamente ao computador.
Uma foto de nosso passeio... estamos chegando à ilha, esse é o rio Ribeira de Iguape, maravilha!




Dá para perceber que vai chover, não é? Mas o que é um dia nublado diante de tanta beleza e exuberância, um show de  cheiros e sons que só a natureza pode nos dar?  Esse tem sido um mês de grandes presentes mesmo!
Beijos.


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Eu fui lá...

Fui e receio que não voltarei mais.  Sei lá...dessa vez fiquei triste, minhas emoçoes complicadas,  penso que não volto.
Como escrevi na postagem anterior, sempre notei que o atual dono do sitio preservou o que deixei, curtia e mantinha as minhas árvores, a minha casa, o meu portão...
Desta vez foi cruel perceber que ele desistiu.
Não sei se adoeceu, não tem mais tempo,  quem sabe não gosta mais?
Terá vendido?
O que vi e constatei é que está abandonado. O mato tomando conta do jardim, das cercas.
O portão está quebrado, a casa desbotada, tudo triste e mal cuidado.
Trata-se de um capitulo encerrado, um livro que fecho, acaricio a capa e guardo bem no fundo do armário.
Aliás devia ter feito isso há muitos anos, quando ainda haviam flores e as pessoas cuidavam daquele pedaço de chão, tão querido.
Vou citar aqui um verso da música linda de Almir Sater:

"...penso que cumprir a vida, seja simplesmente,
    compreender a marcha e ir tocando em frente...

...cada um de nós compõe a sua historia
   cada ser em si carrega o dom de ser capaz,
   e ser feliz..."

E então é esse o grande desafio . . . ser feliz!
Vamos lá, seguindo em frente, eu sou capaz! e você?

sábado, 7 de janeiro de 2012

vou passear...

 

Ultimamente tenho passeado pouco, as oportunidades são raras, e então vou curtir essa que se apresenta.
Domingo vou até Embu das Artes, onde a mana cuida de um restaurante muito acolhedor.
Tomamos um chop, que ninguém é de ferro,  e vamos para sua casa em Cotia.
Pretendemos na segunda feira dar umas voltas por Ibiuna e Piedade, passeio para matar saudade, parar em frente ao sitio que foi meu por muitos anos, tirar fotos, encher os olhos de imagens para que se perpetuem, sempre...
Amo esse lugar, palco de anos maravilhosos de minha vida, filhos pequenos, marido junto.
Hoje chego ao portão e fico paralisada olhando lá para dentro.  A brisa me traz vozes, sorrisos de criança, barulhos inesquecíveis.
As árvores cresceram muito, as sombras são deliciosas, perfumadas.
O vento bate morno e traz o cheiro de manjericão e agrião, que vem da horta, lá embaixo ao lado da fonte.
O cheiro de lenha queimando no fogão, o bule bem quente,  o pão na mesa, coberto com toalha bordada.
Tudo de bom que passei alí, está alí. E gosto de dar uma passadinha para ver se alguma coisa mudou.
Nunca muda!
A minha paineira rosa, que plantei com 10 centímetros, hoje balança suavemente os galhos e me saúda por cima, bem acima, do telhado da casa.
Apenas o proprietario é outro, mas ele ama o que foi meu,  tudo é igual para meus olhos sorrirem e meu coração se alegrar.
Então, depois de algumas inevitáveis lágrimas,  voltamos para Cotia.
Café na beira da estrada, muita prosa para colocar em dia.
Será assim meu passeio, quer vir também?
Vou postar algumas fotos quando voltar. Fiquem bem, tenham ótimos dias, volto logo!