quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Sinceramente . . .


Nesses dias que antecedem o feriadão me surpreendo pensando para onde gostaria de ir. O primeiro pensamento é Paraty.
Tenho alguma relação "sem noção" com aquela linda cidade. Lembro-me de ter chorado muito andando pelas ruas estreitas e olhando em minha volta, com a  emoção indescritível de reencontro.
Meu marido olhava para mim sem entender nada. Nem eu entendia, mas eu já havia estado lá, conhecia aquelas ruas e becos. Aconteceu comigo a mesma coisa quando estive pela primeira vez em São Sebastião, São Paulo.
Das outras vezes já não chorei, apenas ficava olhando, admirando, respirando fundo. Tudo que tem em Paraty me encanta e eu tenho vontade de ir correndo para lá...

                                                                            Serra Negra

Adoraria também ir até Serra Negra, aqui tão perto, ver suas vitrines de roupas de linha, confeccionadas lá mesmo, suas lojas de artigos de couro, sua praça onde sempre tem um seresteiro cantando.
Sentar sob uma árvore, apreciar um doce, um sorvete, depois voltar para casa.

                                                                          Iguape
Adoraria ir a Iguape, cidade histórica do vale do Ribeira, tombada pelo patrimonio histórico, bem ao lado de Ilha comprida.
A viagem é bonita, o vale do Ribeira é bem grande e  durante muitos quilômetros o viajante tem como companhia a exuberância da reserva florestal da Juréia. É uma maravilha, um espetáculo verde pontilhado de flores.
Sinceramente? são tantos os lugares que gostaria de ir, que se fosse enumera-los ficaria aqui escrevendo por muito tempo, e chateando vocês com tantas palavras.
Mas sabem o que vou fazer no feriado?
Ficar de plantão aguardando o pedreiro que vai arrumar o telhado de minha casa, antes que chova muito e a inquilina perca de vez a paciência comigo.
Vamos aproveitar esses dias para trabalhar. Eles trabalham e eu fico esperando os pedidos de:- dona Ivani compra mais cimento. Dona Ivani,  vou precisar de mais um pedaço de calha. Xiiiiii dona Ivani, tem muita telha quebrada, a senhora vai ter que comprar algumas, urgente em?
Deu para sentir?
Desejo a voces todos um feriado bem tranquilo, passeando ou não.
E então, contem para mim por onde gostariam de passear nesses dias...vou adorar saber.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O primeiro baile



Pense em uma garota sonhando com um baile. Pense no pai da garota não querendo deixar...
Isso lá nos anos 60, meus anos dourados, minha juventude tão distante.
Os amigos, os pais dos amigos, fizeram campanha, pediram, comprometeram-se, até que papai cedeu, e deixou!!!
Ah! o vestido! foi um parto separar o dinheiro do salário para comprar o vestido. Ele era rosa pálido, bordado à máquina com rosinhas mais escuras e brancas, modelo tubinho, comprimento na canela. Os sapatos de salto médio eram creme, meias de seda completavam o figurino. Cabelos presos, maquiagem pesada nos olhos (era moda gente!), bolsinha emprestada. E lá vou eu...
Os pais da Ideli foram em casa me buscar,  na Kombi do Sergio porque permitia levar mais pessoas.
Era o baile de aniversario de nossa fanfarra, que tinha sido "promovida" a Banda Marcial.  Para todos nós, integrantes da fanfarra e alunos do Colégio Ceneart, era motivo de muito orgulho e celebração.
Eu, metida como sempre, namorava o comandante da banda, e podia deixar de ir? Lembro-me das amigas, lindas e felizes:- Ideli, Soninha, Milena, Rose, Elirea, Lidia, tantas meu Deus, não me lembro dos nomes.
Os meninos também bonitos e bem vestidos: Fausto, Cassio, Rony, Ira, Claudio, o Branco  ...tenho todos os rostos aqui na cabeça, mas os nomes...
Uma noite linda, mágica.
Teve a maciez da seda, o perfume do caramelo, o brilho da água.
Quando a orquestra tocou a música de minha vida, La Mer, não ficou um casal sem dançar.
Meus olhos procuraram pelo salão, aflitos, pelo meu par, meu amigo e primeiro namorado.
Ficou na boca o sabor da cuba-libre, e nos ouvidos a melodia que até hoje me emociona.
Não vejo mais meus amigos, mudei-me de cidade, não me casei com o comandante.
Tive outros bailes, outras músicas outros olhos procurando pelos meus. Vale a pena recordar.
E você, tem algum momento mágico para contar? conte-me...

domingo, 30 de outubro de 2011

Nossa amiga Chica! quanto orgulho!

Nunca deixaria de homenagear minha querida amiga Chica por esse reconhecimento, merecido e oportuno.
Vejam o comentário que ela recebeu em seu blog "Coisinhas da Chica".
Fiquei tão contente que reproduzo aqui para que meus amigos (e muitos são amigos dela também) possam dividir comigo essa alegria.
Isso merece uma comemoração. Peguem as taças, copos, canecas, o que quiserem! Vamos celebrar a Chica, que faz nossos dias um tantinho mais alegres, mais emocionados, mais divertidos.
Parabéns amiga, tim-tim ...mais sucesso ainda!!!
Agora vejam. . .




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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Um tio, dois tios...

Preciso pedir desculpas pela falta de comentários nos blogs amigos, mas meu computador continua transtornado, e eu mais ainda! um dia isso passa...


Eu tive um tio implicante, um tio alcoólatra, um asmático, um lindo de morrer - e que morreu muito cedo - e um subjugado pela mulher.
Tive também um tio mal humorado, um pobre demais, um que não vinha em casa sem trazer os bolsos cheios de balas (o asmático).
Desses tios apenas um está conosco. É o tio gordo e guloso, cardíaco e muito religioso.
Mas o que mais tenho saudade é do tio alcoólatra. Ele deixou de beber bem antes de morrer, recuperou-se para não dar vergonha aos netos - segundo contava - e também para manter-se lúcido e útil após a morte de minha tia, sua mulher.
Era um homem encantador. Cabelos crespos, rosto redondo, sorriso de dentes pequenos como os de meu avô.
E como meu avô ele gostava de tomar vinho. Irmão de minha mãe, eram muito amigos e compadres.
Teve quatro filhos homens tentando ter uma menina.
No último parto minha tia deu um basta! - não fico mais grávida, sei que será menino!
E ficou decretado aí o fim  do grande sonho de ter uma menina, como eu...que ele amava e cobria de mimos.
Me carregava, jogava pro alto, beijava e fazia cócegas. Levava no armazém para comprar doces, penteava meus cabelos, e dizia sempre, sempre que me abraçava:-  minha menina linda!
Com o passar do tempo fui amadurecendo e percebia quando ele estava embriagado, isso me inibia, mas ele insistia em me beijar, me abraçar...contar historias de quando eu era criança.
Eu não gostava de encontrá-lo nesse estado, sofria com minha tia e primos, mas tinha uma grande pena  daquele homem bonito e carinhoso.
Quando meus filhos nasciam  esperava uns dias e ia visitar-me, levando sempre um pedaço de tecido, como era costume, para que eu fizesse lençóis ou fronhas para o bebê.
Quem sabe uma colcha? sugeria ele com sua voz doce e baixa...
Ao atingir os cinquenta e tantos anos parou de beber, parou de andar muito pela cidade e - tenho certeza - perdeu o brilho do olhar, a lucidez o incomodava,  a vida já não tinha tanta graça.
Quando morreu eu estava longe, morando em outra cidade, papai me avisou muito tarde, já não havia tempo de chegar.
Hoje me lembrei bastante dele ao ver um anexo que recebi de um amigo. Há pessoas que passam pela nossa vida tão de leve, tão ao largo, que mal nos lembramos de seu olhar, de seu sorriso.
Meu tio "Zé" não foi assim. Ele marcou, passou bem ao lado, segurou em minhas mãos inúmeras vezes, beijou meu rosto outras tantas. Difícil esquecer, fácil sentir saudade e vontade de voltar a abraçar e ficar quietinha, enrolada em seu colo, sentindo seus dedos em meus cabelos.
Esse foi meu tio preferido - entre tantos- um dia falo do asmático, do gordo, do mal humorado, do lindo...
Ah! e tem também aquele que a mulher mandava nele, e como!
E acreditem, eu adorava aquela tia...fofa demais!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O que será isso?


Sentou-se com o livro ao colo, cansada da lida diária,  planejava ler algumas páginas, em paz.
Mas uma sensação de presença, de não estar só, teimava em deixa-la incomodada.
O que será isso?
Ao mesmo tempo tão nostálgico e tão alegre?
Saudade? Dificil definir saudade, totalmente saudade. Brutalmente saudade.
Será isso? Essa sensação de que não se está sozinha, mesmo quando a pessoa não está mais?
E quando a saudade é de um lugar, uma praia, um sitio? É outro tipo de saudade?

E quando você se pega observando um casal idoso, de mãos dadas, conversando e caminhando pelo shopping?
Aquela emoção tão profunda, aquela impotência que dói, é também saudade?
Ou será quando os netos sorriem e você pensa que tudo poderia ser mais perfeito, mais completo, se você pudesse dividir com seu amor, isso é saudade?
Quando você sente um cheiro,  experimenta uma bebida, lambe um sorvete, e tem a impressão de que já viveu isso com alguém muito amado? Isso também é um tipo de saudade.
Quando voce olha para os filhos e vê o ontem, vê como foi e adivinha como será - igual ao pai? igual à mãe? - sim...isso é saudade!
É aquela certeza da continuação, da semente bem plantada, dos frutos perfeitos brotando, mas apenas um colhendo.
É uma saudade doce, cheirosa, bonita.  Brutal, dolorida, que sangra.

Era nisso que ela pensava ao sentir-se acompanhada na hora da leitura. Na hora da paz.
Não estava só...o causador de tanta saudade estava ali, olhando para ela e sorrindo seu sorriso maroto e carinhoso, e certamente pensando:- ela continua sonhadora, essa mulher não vai mudar nunca?

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Aquele beijo (nova novela da globo rsrsrsrs)

Amigos lindos e queridos demais, dessa vez fui nocauteada por um vírus poderoso, raro, como tem que ser mesmo um vírus que se preze.
Escrevo do notebook de minha filha (coisa mais esquisita) portanto me perdoem prováveis erros ou falta de assentos.
O meu infeliz companheiro está lá...num canto de uma oficina tecnica, esperando ser atendido.
Assim que ficar livre do tal meteoro, com cauda de cometa, muita purpurina e metido a besta, prometo que volto imediatamente para avisar voces (cade o assento do chapeuzinho?).
Como desse aparelho nao (também nao acho o til) consigo postar foto ou ilustracao (sem cedilha kkkkkk) fica entao uma postagem sem graca nem colorido, muito menos assentos e pontuacoes.

Aquele beijo para voces com muito carinho e saudade. (adoro plagiar a Globo, um dia ela me processa!!!).

Deixo de ser exibida e fecho essa maquininha estranha com muita saudade e meu pedido de desculpas.
Até breve,  espero...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Primaveras no portão


As ruas empoeiradas e esburacadas do bairro pobre tinham até uma certa poesia.
Eram íngremes, com muitos terrenos baldios e mato alto.
O bairro era novo, muitas árvores e poucas casas.
Gente simples - demais - mas também digna - demais!
Crianças brincavam livremente entre a poeira, nunca importunadas pelo medo, ou pelo carro inesperado numa curva.
Eram tempos de paz, de ir à missa aos domingos, ao parque de diversões no sábado, ao circo quando chegava anualmente.
Tempos de sentar ao portão para conversar, grandes rodas de amigos, à noite, rindo e falando alto. Nem sequer um vizinho irritado exigindo silencio.
Tempos de cercas de madeira, bem baixas, fingindo proteger casas humildes e seus jardins de roseiras, dálias e cravos.
Como esquecer das margaridas e girassóis.? E também as primaveras que subiam pelo arco de bambú colocado sobre os portões.
Era tão lindo quando florescia!
No sábado à tarde a rua cheirava a bolo, pão caseiro ou acúcar derretendo para a calda do pudim.
Tempo de inocência e de grandes sonhos. Da primeira paquera e da primeira desilusão. Dos grandes e inesquecíveis amigos:
A Vera da casa de frente, a Halina logo acima, a Nena vizinha, a Celina irmã do Quinca e como chamava-se mesmo a neta da dona Ana, logo abaixo?
E a sobrinha da professora Alice, da esquina, que visitava a tia nas férias? Regina!
O Edison morria de paixão nas férias e depois morria de saudades no resto do ano.
Um bairro. . . apenas ruas poeirentas quando não chovia, e barrentas depois das águas. Um armazém...uma farmácia.
Uma igreja que tocava Ave-Maria às seis da tarde e enchia as casas de paz e nossos corações de fé.
Quanta saudade!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O temporal


Quando a tempestade passou, e a garota conseguiu finalmente sair de seu abrigo -  um toldo bem vindo que deixava molhar só os pés - o primeiro pensamento foi para seus irmãos.
Onde estarão?
Fazia tempo havia saído para comprar pão - a padaria tão longe! Sentiu o vento frio, e olhando para o céu percebeu as nuvens escuras, mas precisava comprar o pão. O que sabe sobre tempestades uma garota de 10 anos?
Mas quando saiu da padaria, o pão enrolado em papel, embaixo do braço, sentiu o medo de sempre tomar conta de seu corpo frágil.  Esse medo a acompanharia pela vida toda. Raios, trovões e muito vento.
Correu bastante, conseguiu se esconder no toldo da farmácia, com muitas pessoas espremidas procurando abrigo.
E a chuva foi cruel, barulhenta, assustadora. E a menina encolhida, com o pão para a sopa das crianças embaixo do braço, e o vestido colado ao pequeno corpo molhado e trêmulo.
Que medo! E onde estarão as crianças?
Assim que veio a "estiagem" correu mais, subiu a rua de casa, entrou como uma raio de temporal atrasado  e viu seus pequenos irmãos assustados, deitados em suas camas, chorando de pavor.
O que sabe uma menina de 10 anos? chorar junto, é claro!
Contar a eles a aventura de andar pelas ruas de enxurrada, esconder-se sob o toldo, torcendo para que eles estivessem bem...
E eles estavam - puro alivio - poderiam comer o pão com a sopa rala que só ela sabia fazer.
Porque as mães vão embora tão jovens e deixam seus filhos entregues aos  raios e  tempestades da vida?
Como pode uma menina de 10 anos explicar isso aos irmãos assustados e famintos, esperando o pão?
Perguntas que até hoje assombram a menina, hoje velha, mas que ainda sofre quando chove forte e não sabe onde estão seus filhos e netos, nem seus irmãos.
Encontrarão um toldo para  se protegerem dos raios e salvar o pão?

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Explique . . .


Quando era bem menina, uns sete ou oito anos, estava na casa de minha avó Margarida, mãe de minha mãe, e guardava algumas roupas no armário do quarto.
Minha avó, mulher que exalava autoridade, e mau-humor, disse-me de sopetão: -"guardando roupas pelo avesso? arrume já ou espera para ver o que vai acontecer!"
Entendi que alguma coisa muito ruim aconteceria. O que seria? algo demoníaco? um castigo dos céus?
Então. . . na minha inocência de criança perguntei:- "mas o que vai acontecer?".
E ela, na sua ignorância de mulher mal resolvida respondeu: "deixe a roupa pelo avesso que você vai ver, já...já!"

Depois de muitos anos fui entender que tratava-se de uma ameaça. Uma maneira covarde de me forçar a dobrar as roupas do lado certo.
Porque não esqueço esse diálogo? Sempre me vinha à cabeça quando percebia que meus filhos não entendiam um comentário, ou uma pergunta.
E hoje também percebo nos olhos inocentes de meus netos o quanto é dificil aceitar a lógica dos adultos.

Devemos tomar cuidado ao tentar passar para as crianças os ensinamentos mais elementares.
Em suas cabeças ainda tão inocentes não há espaço para ironias ou ameaças veladas, que acabam deixando-as mais confusas, como aconteceu comigo.

Sei que quando precisamos fazer-nos entender - e não é fácil - devemos sentar, olhar nos olhos, falar pausadamente e com palavras bem simples. E sempre a verdade.
Não deixar margens para dúvidas. Não permitir que mais tarde lembrem-se de nós como pessoas rabugentas e infelizes.

A palavra tem um poder mágico. Ela tanto ensina quanto destrói. Vamos usa-la para plantar amor e conhecimento.
Obvio que não foi apenas essa frase que ouvi de minha avó.  Mas lembro-me tão nitidamente que fiquei a esperar o castigo, preocupada. E vovó vivia dizendo:-

- por que você deve ir? porque sim e pronto, e cala a boca!
- machucou? bem feito, assim aprende! (aprende o que?)
- tem que lavar a louça, não lave pra ver! (ver o que?)

Tudo ficava sem resposta, muito vago, muito esquisito.
Claro que vivi com mais pessoas, alguns até mais ignorantes que vovó, mas então já era mais velha e entendia que com adultos não adianta discutir, nem fazer perguntas. A maioria deles não ouve crianças...

Pobres crianças, precisam apenas de alguém que  pegue suas mãos, fale sua linguagem, olhe em seus olhos com carinho.

Vovó não era um monstro, mas também não era carinhosa. Hoje entendo que era sofrida e infeliz, mas não consigo perdoar aquela amargura toda despejada em cima de nós.
Perdão vovó, mesmo assim sinto saudades de sua polenta com almeirão e queijo.
Falar em queijo...um beijo!

sábado, 24 de setembro de 2011

Amigos



Hoje lembrei-me de um poema de Jorge Luiz Borges que começa assim:

        Não posso dar-te soluções
        para todos os problemas da vida
        nem tenho resposta
        para tuas dúvidas e temores
        mas posso escutar-se
        e compartilhar contigo . . .


Amigos para mim são tão especiais, que acredito mesmo que são presentes. Amigo a gente não escolhe, a gente sente.
Tenho poucos,  alguns muito antigos e outros tão recentes.  Uns vejo sempre, outros não vejo fazem tantos anos,  e ultimamente tenho amigos que nunca vi.
Essa nossa troca de carinho aqui no blog me proporcionou amigos virtuais, tão queridos e tão próximos, que parecemos amigos de infância.
Incrível como em um teclado frio e negro passamos emoção, sentimos os temores e as alegrias.
A sensação é de extremo companheirismo.

Somos todos corujões uns dos outros, atentos e aguardando sempre uma palavra, um estímulo.


Amizade é isso, estar ligado, pronto para estender os braços e dar confôrto, ou aplaudir, ou apenas acenar sorrindo.  Eu estou aqui, ligada... de olho em vocês. Beijo